segunda-feira, 31 de agosto de 2009

- Mandem a Laranja Mecânica pra oficina



Comentários (e elogios) sobre a recém terminada leitura do livro Laranja Mecânica (e algumas críticas construtivas ao filme).
Acho que o filme Laranja Mecânica deve tirar férias, ou ir para a oficina. Porém tcheloveks menos preguiçosos, poderão se deliciar com o livro e os dois capítulos a mais que o senhor Burguess criou e os malditos bratchnis não colocaram no filme (ah, é claro que foi um filme baseado no livro, e não o contrário). A diferença é que no filme agente fica sem saber o desfecho no nosso querido drugui Alex, e fica meio que aquele vazio, aquele espaço pra reflexão (que vamos combinar, desnecessário, já que a verdadeira história tem um fim rs). Já no livro, não nos deixam espaço para a dúvida. Alex volta a ter escolhas, as escolhas que mudam de acordo com a maturidade e estas outras veshkas um malenk starre. Ok, vocês devem estar se perguntando sobre essas palavrinhas estranhas, é o vocabulário nadsat (espécie de gíria cigana, termos eslavos e uma linguagem pseudo Elizabetana), totalmente presente no livro. No começo aquelas palavras estranhas vão te irritando um pouquinho, questão de costume e discernimento (no caso do meu livro, que é uma reedição, temos um glossário muuuuito útil rs). A verdade é que eu que já havia visto o filme antes do livro, estou sim, o desmerecendo, por que apesar de ainda ser um clássico do cinema (me esqueci disso por um segundo rs) ele perde de lavada pro livro (me perdoe Stanley Kubrick)... Mas isso já é de se esperar de filmes baseados em livros rs.
Agora, fica pra vocês sinopse mal elaborada, que eu chamaria de ‘’rapidinha’’ do livro (conseqüentemente do filme, apesar de algumas diferenças básicas)... Anthony Burguess em 1962 meio que prevê os dias de hoje dando origem á um livro maravilhoso retratando a violência de uma Inglaterra, para ele, futurista. Mas ele retrata, com um pouco de excesso, mas muitos detalhes, o que presenciamos hoje: jovens de classe média, infantis e violentos (muitas vezes, mimados) que passando ou não por experiências traumáticas, mudam de acordo com o amadurecimento das idéias. Esse livro fala muito também sobre um assunto muito questionado nos dias de hoje: até onde o governo tem o poder de interferir no livre arbítrio, sim meus caros irmão, o poder de escolha do ser humano. Um livro muito interessante escrito na primeira pessoa do singular, nosso caro drugi Alex, que passa por estas veskas todas, nos conta sua própria história com muita exuberância e maestria. E que Bog abençoe a todos vocês.
ps: a capa da reedição ficou super ''alternativa'', para gosto de vocês, indiezinhos de plantão, que poderam desfilar pela turminha de amigos pagando uma de cult com seu livrinho ultra moderno. Como diria Alex: beijem meus yarblis seus, tcheloveks graznis, que Bog os amaldiçoe.

- A mais nova palhaçada Gallagher



Isabella e seus impiedosos comentários (ou não).
Vocês sabem o que eu estou achando da nova babaquice dos irmãozinhos Tom e Jerry? Jogada de marketing mais uma vez (ou o mais puro exibicionismo barato rs). Eles sempre foram bem escandalosos e estrelinhas (um tanto dramáticos como todo artista), mas vocês acreditam mesmo que com toda essa boa fase do Oasis o Noelzinho vai largar de vez a banda pra tocar ‘’alone’’ com seu querido amiguinho violão e logo ser considerado o mais novo falido ‘’ex pop star’’ do ano? Ah queridos, eu acredito que não. Embora, se eu tivesse um irmão como o Liam já tinha dado umas boas ‘’toltchokadas’’ nele até ele pedir arrego, porque vamos combinar: acabou a farsa de cantor ‘’polêêêmico’’ do Liam. Na verdade, a fama dele mudou para ‘’cantor chato que quer aparecer à custa dos outros’’. Não que o Noel seja a melhor pessoa do mundo, mas acredito eu que conviver com o Liam seja um grande desafio diário. Mas, os dois apesar de tudo são o Batman e Robin que fazem o Oasis ser a banda que é hoje (que eu particularmente gosto bastante).
Voltando ao assunto (já que dei uma boa desviada do foco analisando a personalidade dos brotherzinhos) a mãe dos doutores já avisou em outras palavras que a palhaçada logo-logo terá fim (para a felicidade das tietes de plantão). Mas, se eu fosse o Noel tirava umas longas férias do Liam no Caribe e depois voltaria botando moral e mostrando pro chatinho do irmão QUEM É O MAIS VELHO AQUI! Deixo vocês com a minha favorita dos porrinhas “Don’t Look Back In Anger” e implorando ao Noelzinho que não olhe para traz com rancor rs.

- My manic and I – Laura Marling


Comentando.
Como ando sem inspirações pra escrever, (está ma faltando tragédias /não) vou comentar sobre uma musica que eu andei escutando muito ultimamente, da minha Princesinha Marling. Uma música que fala de um (pseudo) relacionamento com um cara problemático. Acho que me interessou, por eu ter minha opinião já formada sobre homens problemáticos, por que conheço muuuuitos rs. Ame-os ou deixe-os, porque vai ser necessária muita paciência pra aguentá-los. Independente disto, a música é muito boa, (como tuuudo que Marling faz) e vale muito a pena escutar.
Nota sobre o novo blog: Vocês podem estar querendo saber o que aconteceu com o falecido sunshinesinthebedroom certo? OK, a ‘’verdade verdadeira’’ foi que eu exclui meio que por acidente quando fui excluir uma conta minha do Google. Sem querer joguei fora minha caixinha de memórias, mas por um lado foi um pouco vantajoso porque apaguei algumas lembranças indesejáveis que eu guardava lá e às vezes (quando as lia novamente) me sentia com um peso nas costas. Aproveitem esse blog que a partir de agora não terá apenas textos lamuriosos na 3º pessoa do singular rs. Falaremos sobre músicas, fins de semanas, novidades em casa, no colégio, alegrias e é claaaaaaro que ainda teremos minhas lamúrias, torturas e desavenças em papel jornal.